A Empresa

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A empresa tem assentado a sua evolução numa política de Honestidade, Rigor e Competência, nos pressupostos de uma continuada progressão sustentada na Ética e Profissionalismo.

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Em comercialização

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A construções Carrinhos tem sempre em comercialização uma diversidade de imóveis que se caracterizam pela qualidade, arquitectura, segurança e inovação.

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Qualidade

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A nossa política de qualidade tem como base três pilares: segurança, ambiente e conforto. A construção de apartamentos obedece a um rígido padrão de qualidade …

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Deixe-se seduzir e sinta-se em casa.

Cada casa tem o valor do que nela se vive, se desfruta, retira ou recorda.

Notícias

Novidades do universo da construção

Lei do arrendamento

Lei do arrendamento

in Expresso –  A lei do arrendamento prevê cinco anos de regime transitório até à liberalização total do mercado. A nova lei do arrendamento urbano e da reabilitação urbana entra hoje em vigor ainda sem a definição do seguro de renda, que deverá estar pronta no primeiro semestre de 2013. As regras sobre as garantias de pagamento de rendas em falta vai encerrar o pacote legislativo, que inclui ainda o programa de financiamento europeu Jessica, a taxa especial de 28% em sede do IRS (sobre todos os rendimentos de capital). “Um verdadeiro e justo mercado de arrendamento” tem sido o objetivo repetido pelo Governo para justificar o novo quadro legal, que inclui salvaguardas para idosos, pessoas com deficiência e famílias com carências económicas. O diploma sobre o arrendamento prevê a atualização dos valores para imóveis com contratos celebrados antes de 1990 com base em 1/15 (6,7%) do valor tributário do imóvel ou através de negociação entre as partes. Inquilino pode apresentar contraproposta A iniciativa parte do senhorio e o inquilino pode, ou não, apresentar uma contraproposta, servindo a média dos dois valores para fixar a nova renda ou a indemnização caso não haja acordo. Os novos valores das rendas têm porém taxas de esforço máximas para as famílias carenciadas: até 10% quando os rendimentos máximos são de 500 euros brutos, 17% para rendimentos entre 501 e 1500 euros e 25% desde os 1501 até aos 2425 euros. Além do teto intermediário, o texto final fixou o apuramento dos rendimentos das famílias com base no ano de 2012 devido a cortes em subsídios. A lei prevê cinco anos de regime transitório, nomeadamente para...

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Crédito à habitação

Crédito à habitação

 in TSF –  Bancos proibidos de mudar condições de crédito à habitação. A partir de hoje, os bancos estão proibidos de aumentar o spread das famílias que queiram arrendar a casa ou cujo empréstimo seja renegociado por causa de divórcio ou morte de um dos cônjuges. Para as famílias que deixam de conseguir pagar a prestação e queiram arrendar a casa, o banco fica impedido de aumentar o spread (margem de lucro) do contrato se o proprietário mudar de emprego e a nova morada do local de trabalho ficar a pelo menos a 50 quilómetros do imóvel. A regra é igual se um dos membros do agregado familiar cair no desemprego. As mudanças na lei incluem ainda os contratos que são alterados por motivo de divórcio, separação ou morte de um dos cônjuges. Nestes casos, o banco não pode subir a margem de lucro do crédito à habitação se a pessoa que ficar como titular do empréstimo comprovar que a prestação representa uma taxa de esforço inferior a 55 por cento dos seus rendimentos, ou 60 por cento, se estiver em causa um agregado familiar com dois ou mais dependentes. De acordo com as novas regras que entram hoje em vigor, os bancos só podem cessar um contrato de crédito à habitação quando existirem, pelo menos, três prestações em atraso. A aprovação de um contrato passa também a ter em conta o perfil de risco da operação. O objetivo é impedir que os bancos atribuam melhores condições aos clientes que comprem os seus próprios imóveis, que chegaram ao banco por via de uma...

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Governo extingue IMT

Governo extingue IMT

in Diário Económico –  A proposta da nova Lei das Finanças Locais prevê o fim do IMT a partir de janeiro de 2016. Autarquias perdem uma importante fonte de receita O Governo vai extinguir o Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), a taxa cobrada na compra de casa, no âmbito da nova Lei das Finanças Locais. Segundo o Diário Económico, a proposta prevê o fim do imposto a partir de janeiro de 2016, estando já considerada no memorando com a troika uma transferência do IMT para o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). O IMT é uma das principais fontes de receitas das autarquias, sendo que o Governo deverá contrapor às críticas a compensação com o aumento das receitas de IMI. O executivo vai agora permitir às autarquias que gozem de um período de transição para se adaptarem ao fim do imposto. Com o processo de reavalização de imóveis, o IMT deverá subir gradualmente para a maioria dos proprietários, um aumento que deverá verificar-se, principalmente, a partir de 2015, com o fim do prazo da cláusula de salvaguarda. O IMT, que varia entre 2% e 8% em relação ao valor da transação, tributa a venda do património e é pago pelo comprador, tendo vindo a registar uma queda de receita nos últimos anos, com a crise do setor imobiliário. Em 2011, a receita total do IMT foi de 498,9 milhões de euros, uma quebra de 18,2% em relação aos 610,2 milhões de 2010.A nova Lei das Finanças Locais deverá ser discutida no Conselho de Ministros da próxima quinta-feira ou na reunião de 27 de setembro, sendo que a legislação será apresentada...

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